Estava eu vindo escrever, mas antes passei no blog de uma amiga e li um texto que tinha tudo a ver com o que eu iria escrever.
"A amizade é um meio-amor, sem algumas das vantagens dele mas sem o ônus do ciúme – o que é, cá entre nós, uma bela vantagem. Ser amigo é rir junto, é dar o ombro para chorar, é poder criticar (com carinho, por favor), é poder apresentar namorado ou namorada, é poder aparecer de chinelo de dedo ou roupão, é poder até brigar e voltar um minuto depois, sem ter de dar explicação nenhuma." (Lya Luft)
Antes de ontem nos estressamos, ontem ficamos o dia inteiro sem se falar e à noite discutimos, brigamos e nos magoamos com palavras duras... e nos entendemos. Hoje fomos à missa, tomamos sorvete, bebemos, e ganhei meus carinhos e "nosso beijinho", a preocupação comigo, com meu bem estar é o que preciso pra me sentir bem, especial na vida do meu (meio?) amor.
Não preciso de muito. Essa amizade, cumplicidade e carinho já me basta. Estaria mentindo se dissesse que o desejo sumiu completamente, mas desejo é uma coisa controlável que dá e passa, passa sem dar também (risos), mas não é o principal de um relacionamento, não é o que me mantém perto. O principal é o que citei antes, amizade, carinho, delicadeza, cumplicidade... é isso que fica quando o desejo morre e/ou o corpo envelhece...
Brigamos e voltamos... e sabemos que o amor está lá em algum lugar pronto para perdoar, por que é assim que o amor acontece... Perdoa nossas ofensas como nós perdoamos a quem nos ofende.
O simples fato de estar perto do ser amado já é motivo de alegria...
P.S.: Amo e fico muito feliz quando demonstra o mesmo, quando retribui meu carinho.
P.S.2: Amo muito, do tamanho do universo.
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